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O que é normal e o que é excessivo na relação dos nossos filhos com as novas tecnologias? Essas formas de comunicação podem ser uma ferramenta de educação poderosa e altamente válida… Desde que ninguém se deixe dominar por elas. A começar pelos pais. Estas perguntas são para si:
– Deve ou não deve ser amigo do seu filho no Facebook?
– Sabia que o vídeo na hora da sopa pode vir a tornar-se o seu pior inimigo?
– Imagina o que pode estar a acontecer quando um professor lhe diz que o seu filho tem sono nas aulas?
– Quando é que deve ligar ecrãs nas viagens de carro?
– Por que é que é tão errado encostar telefones a copos de água diante dos miúdos nos restaurantes?
– Será mesmo uma boa ideia conceder mais meia hora de computador como prémio de bom comportamento?
– Qual a grande diferença entre ser alvo de troça na escola, com umas «bocas» e encontrões, ou ser vítima de cyberbullying?
– Já alguma vez parou para pensar no conceito de «aplicações didáticas»?
– Então e a televisão: se virmos todos em família não faz mal, não é?
– Acredita no seu filho adolescente quando ele diz que está acompanhado porque está a jogar online?
Dificilmente haverá um tema da atualidade que interfira tanto no nosso dia-a-dia como o consumo desenfreado de videojogos, redes sociais e ecrãs de um modo geral, sejam computadores, tablets ou telemóveis. Todo um universo de investigação, fascínio e preocupação gira em torno deste fenómeno, abordando desde a forma como nos relacionamos com os outros ao modo como nos isolamos deles, passando pela maneira como as notícias se propagam, a cultura se manifesta ou conceitos como «amigos» e «mensagens» se modificam. Pelo lado dos pais, trata-se de um tema que, em certos casos, suscita um enorme receio pelo comportamento dos filhos, enquanto noutros é alvo de despreocupação total. É urgente ajudar as famílias de toda uma geração que já nasceu à sombra das infindáveis atrações da tecnologia (os chamados «nativos digitais») a se relacionarem com esse mundo de forma equilibrada e a utilizá-lo em prol do desenvolvimento das crianças, adolescentes e dos próprios pais. É esse o objetivo de i-Agora? – um livro de leitura fácil em que a psicóloga Rosário Carmona e Costa, estudiosa desta temática há vários anos, fornece respostas simples e diretas para um problema tão complexo e tão atual.

Número de páginas

200

Data de Publicação

abril 2016

Tipo de Capa

Capa Mole

Autor

Rosário Carmona e Costa