Se as Jóias Falassem

Do Brasil D. Maria trouxe magníficas pedras preciosas que espantavam as damas da corte. Já D. Maria Pia chegou a Portugal com um dote de que faziam parte mais de 68 jóias, mas a rainha era uma apaixonada pela joalharia e desde cedo começou a encomendar as suas jóias aos melhores joalheiros portugueses e estrangeiros, sem olhar a custos. Mais contida, D. Amélia tem como peça de eleição o diadema D. Luís, uma jóia de 800 diamantes montada sobre ouro e prata, oferecida pelo sogro e que fazia questão de usar nas cerimónias oficias de aparato. Foi no seu casamento que D. Estefânia usou um diadema de quatro mil diamantes oferecido pelo marido, uma jóia imponente cujo peso a fez sangrar da cabeça em plena igreja.

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Sissi

Ninguém melhor que Catalina de Habsburgo para nos relatar os últimos anos da atormentada existência da imperatriz Isabel de Áustria-Hungria. Através da correspondência que a dama de companhia da imperatriz manteve com a sua irmã, é-nos revelada a intimidade da soberana, a sua perpétua inquietude, a relação especial com o marido e o mistério que rodeia a morte de muitos dos seus entes mais queridos, principalmente do seu filho e herdeiro da coroa imperial, o arquiduque Rodolfo.

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Uma Lança em África

No dia 21 de agosto de 1415, por volta das seis da manhã, um exército português, comandado por D. João I, desembarcou em Ceuta e conquistou a cidade. Ao lado do rei, seguiam os seus filhos mais velhos, D. Duarte, D. Pedro e D. Henrique, que viam nesta empresa um palco mais digno e honroso para serem armados cavaleiros do que um simples torneio. Os combates fizeram-se corpo a corpo, porta a porta, rua a rua, através das apertadas vielas da cidade muçulmana, demonstrando uma vontade hercúlea em conquistar aquela importante praça norte-africana.

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Viagem ao passado romano na lusitânia

Um relógio oferecido a Idanha-a-Velha por Quinto Tálio, uma Agripina sem cabeça e uma cabeça sem corpo na cidade de Beja, as histórias de Labéria que morreu com 42 anos, de Lúcio Cecílo, Caio Cantio Modestino, da pequena Quintila, de Ânio Primitivo ou de Júlia Modesta. Estes são alguns dos personagens que povoam este livro que nos transporta para a época romana.

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Vidas Surpreendentes, Mortes Insólitas da História de Portugal

Numa bonita noite de primavera, a 14 de maio de 1277, Pedro Hispano, o único Papa português, deslocou-se até à câmara onde efetuava as experiências científicas que tanto apreciava. Mas algo de inesperado aconteceu. Uma grande explosão ecoou por toda a cidade de Viterbo. O teto desabava sobre o Papa que, ferido, agonizava por debaixo de uma trave de madeira. Seis dias depois entregava a sua alma ao Criador.

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Viriato

Viriato, o herói lusitano, tornou-se uma lenda na segunda metade do século II a.C., quando apenas o povo português sobrevivia ao império romano.

Este soldado, que alguns afirmam ter sido um simples pastor, foi o chefe de um grupo de guerreiros lusitanos, que dedicou oito anos da sua vida a atacar o exército romano, suprindo a inferioridade numérica e técnica das suas tropas com grandes doses de astúcia e coragem.

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Vítimas de Salazar

Durante mais de 30 anos António de Oliveira Salazar governou Portugal com punho de ferro. Através de um regime nacionalista, autoritário e repressivo despolitizou-se, desmobilizou a participação cívica dos portugueses e criou uma única e determinada imagem do país. Pretensamente sem conflitos, problemas, miséria e dificuldades, segundo a norma de «o que se parece é».

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Viver e Morrer nos Cárceres do Santo Ofício

Aqueles que eram presos pela Inquisição deixavam para trás família, bens e liberdade. No cárcere, as condições, aparentemente melhores do que as das prisões régias e episcopais, nem por isso deixavam de ser más. Imperava a humidade, a falta de luz, de ventilação e de salubridade. Os detritos acumulavam-se durante vários dias, enquanto ratos, pulgas, piolhos e percevejos circulavam pelas instalações e pelos corpos dos detidos, condicionando a saúde física e mental dos presos.

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